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Melhor trabalhar em pé ou a pé? Talvez, sentado

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Quem é carteiro, responsável por entregar as correspondências na casa dos clientes, sabe que terá de caminhar alguns quilômetros por dia. Mas essa atividade profissional em que se anda a pé rotineiramente traz benefícios por ser aeróbica e, melhor, ajuda a emagrecer, com reflexos no controle da pressão arterial e diabetes. Contudo, o texto da norma regulamentadora 17, que trata de ergonomia, preocupa-se com as pessoas que trabalham em pé, como o vigilante, que não deve sair de seu posto.  Como também com aquelas que trabalham sentadas. Ambas as situações ergonomicamente têm vantagens e desvantagens.

E você, quer saber se é melhor trabalhar em pé ou sentado, num escritório com ar condicionado? Evidentemente, há desvantagens de se manter durante toda a jornada laboral uma postura em pé e imóvel. No caso, os membros inferiores do trabalhador ficarão predispostos à insuficiência vascular, o que pode originar varizes e sensação incômoda de peso nas pernas. Além disso, a contração muscular estática dificulta a circulação do sangue. Ou seja, é melhor ficar muito tempo andando a pé do que em pé, parado. Em pé, ocorre aquela sensação dolorosa nas articulações que suportam o peso do corpo, refletida no joelho e nos quadris. Uma forma de amenizar isso é usar um tapete anti-fadiga, dando mais conforto ao trabalhador. Por causa da tensão muscular para manter o equilíbrio, as tarefas de precisão ficam prejudicadas.

A verdade é que ficar em pé durante muito tempo cria uma situação penosa, piorada ainda se a pessoa precisar manter postura inadequada dos braços, inclinando e torcendo o tronco. A NR 17 especifica as condições e justificativas ao trabalho em pé, e delimita as tarefas que podem ser executadas dessa forma. Por exemplo, quando a função exige que o trabalhador atue em campos amplos e frequentes fazendo movimentos para cima, frente ou abaixo, a postura em pé é realmente melhor, porque permite mais flexibilidade. Já o trabalho sentado é mais benéfico porque resulta em baixa solicitação da musculatura dos membros inferiores, o que não gera a sensação de desconforto e cansaço. Também evita posições forçadas do corpo, facilitando a circulação sanguínea pelos membros inferiores. Em relação ao conforto, há vantagens. Mas também há desvantagens, como o risco de sedentarismo e a adoção de posturas desfavoráveis, que levarão às doenças osteomusculares, que tanto afastam trabalhadores.
 

Emily Sobral

Jornalista em SST
(11) 4238-1955 / 99655-0136
www.segurancaocupacionales.com.br

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