Chat online

Cruzeiros marítimos são magníficos para os turistas, já para os trabalhadores do navio, o que ocorre

envie para um amigo imprimir    Compartilhar Facebook

Há algumas obviedades que se tornam robustas porque os estudos corroboram a percepção empírica. Enfim, a que me refiro? Não parece compreensível afirmar que pessoas que trabalham em navio de turismo sofrem com a solidão durante as viagens? Ainda que o navio esteja lotado de turistas, para quem trabalha a bordo prestando serviço, há um momento em que se sentirá só. Os períodos passados em alto mar o distanciam da convivência com a família e entes queridos, daí a solidão. Como observei na abertura deste post, muitas vezes, o que atesta o que parece óbvio é a comprovação por meio de estudo. Caso de um estudo que utilizou relatos online, publicado em setembro deste ano, na Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, da Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho, que relaciona a qualidade de vida de trabalhadores brasileiros embarcados em modernos navios de turismo especializados em cruzeiros marítimos.

Nancy Oliveira Monteiro, Gustavo Cardoso Peterlevitz e Rodolfo Eduardo Scachetti, do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia do Mar da Unifesp, analisaram o conteúdo de 23 blogs de adultos jovens em atividade nessas embarcações. Não costuma haver pesquisa sobre a qualidade de vida do trabalhador embarcado na literatura brasileira, pelas limitações de um acesso a essa classe enquanto trabalham no mar, explicam os autores. Nos blogs analisados, 15 responsáveis (65%) eram do sexo feminino e 8 (35%), do sexo masculino. Entre os temas mais citados estavam queixas e benefícios. Em relação às queixas, há as relacionadas ao desconforto e falta de privacidade na cabine e à baixa qualidade da alimentação para os trabalhadores. Nos problemas de saúde constam relatos de dor física, exaustão, perda de peso e distúrbios do sono. Também há testemunhos acerca de dificuldades na organização do trabalho, hierarquia nos postos de trabalho baseada na nacionalidade do trabalhador, desvio de função, carga horária excessiva, instabilidade e imprevisibilidade para receber o salário e situações de abuso de poder.

Sob o ponto de vista psicológico, há relatos de ansiedade, estresse, medo de acidentes, solidão, saudade da família e de amigos. Não apontei, no início deste post, que apenas com um estudo, inclusive bem original dos alunos da Unifesp, seria possível validar a percepção que temos desses trabalhadores.
 

Emily Sobral

Jornalista em SST
(11) 4238-1955 / 99655-0136
www.segurancaocupacionales.com.br

SIGA O GUIA DA EPI: Facebook Twitter Youtube Blog Orkut Flickr Empreendemia
He went on to produce his own watches a few years later, and replica watches the Rolex name came about in 1908. In about 1920 he moved to Bienne, Switzerland to open Montres Rolex S.A., which is when everything really begun. Just six years later the brand's hallmark product family would be released. One thing is notably absent from the 1926 Rolex Oyster replica watches. The trademark crown logo is missing. Rolex didn't come up with the crown logo until the early 1930s, but you can see that on one of the pieces the Rolex name was presented in the same font and style that it is in today. You'll also notice the replica watches uk fluted bezel, which is also a hallmark of Rolex design on today's Datejust and Day-Date models (among others) This was part of replica watches the patented water-resistance system employed in the Rolex Oyster. Hermetically sealed, the Rolex Oyster was innovative not just for being able to be taken into the water, but for resisting a range of replica watches sale liquids and particles such as dust from entering the case.